Finalizado o período de eleições e eleita a nova presente do Brasil estive pensando nos chargistas. Como usam bem esse momento "político" nas charges, aliás esse e qualque outro assunto cotidiano. Essa arte é uma aliada, um respiro para nós que cansamos de ver e ouvir - quase sempre - as mesmas coisas, do mesmo jeito, das mesmas pessoas. Aquela politicagem barata, chata e bem diferente da POLÍTICA que esperamos. Tenho que tirar o chapéu para os colegas que conseguem aproveitar esses momentos para criticar de forma saudável e satírica. Aproveito então o espaço para parabenizar esses artistas. A charge acima é do colega Mendes. Foi feita e publicada durante a disputa do segundo turno entre Serra e Dilma quando a candidata Marina Silva ainda não tinha se manifestado sobre quem apoiaria. Ela não se posicionou e amnetev seu voto em sigilo. Acho interessante também as charges animadas, quem quiser assistir posto abaixo duas do Maurício Ricardo, também excelente no que faz.
Se você não conseguir assistir direto aqui no blog ou está sem áudio clique aqui e veja também com legenda.
Esse post é para mostrar mais um trabalho que foi feito durante o segundo semestre de 2009. Dessa vez foi sobre o acesso da periferia à cultura. Foi uma das melhores, leia-se mais interessantes de produzir, reportagens que já fiz. A idéia partiu do princípio que: O artigo 215 da Constituição da República Federativa do Brasil (CF/88) afirma: “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.” Ou seja, o direito cultural faz parte dos direitos humanos, porém nem todos os cidadãos têm acesso à cultura de uma forma geral, principalmente aqueles que se encontram na periferia.
Dentre as 26 capitais brasileiras da Confederação Nacional de Municípios, Florianópolis está em 24º lugar em investimento do orçamento para cultura em termos de percentual da receita. Atualmente em Florianópolis 0,6% da receita do município é investida em cultura. Esse dinheiro vem basicamente das leis de incentivo e imposto. Em Joinville o investimento é de 2,5%. O Plano Nacional de Cultura do Ministério da Cultura sugere que determinada porcentagem da receita do Governo seja destinada à cultura:
No Brasil – 2% Estado – de 1% a 1,5% Município – de 0,5% a 1%
A maior reclamação e reivindicação acima de tudo dos moradores dessas comunidades é falta do que fazer nas horas vagas. As atividades culturais normalmente são realizadas nos centros urbanos, lugares em que esse grupo não tem acesso ou não se sente parte daquilo, não fica à vontade. Isso tudo dificulta ainda mais o acesso dessas pessoas. Para aqueles que fazem projetos sociais específicos para essas comunidades, existe a necessidade de aumentar as políticas públicas direcionadas para estes grupos sociais.
Fomos até comunidades de Florianópolis para conferir de perto essa carência de Cultura, apesar de ainda ser difícil e pouco o acesso dessas pessoas, encontramos pessoas dispostas a mudar essa realidade.Veja a reportagem completa clicando aqui. Quero ainda citar e agradecer às pessoas e instiutições que de alguma forma colaboraram com esse trabalho. Seguem alguns nomes:
Dennis Lauro Radüns - Coordenador de patrimônio cultural e integrante do Conselho Municipal de Cultura
Fazia tempo que eu não postava aqui hein.. Mas agora com as férias da faculdade estou com mais tempo. Então hoje esse post é para publicar o documentário, feito em rádio, que fizemos neste semestre. Você já imaginou como pode ser a vida de quem vive no circo? Como trabalham, as dificuldades, como as crianças fazem para ir à escola.. É curioso conhecer esse mundo. Saber como vivem essas pessoas que viajam por diferentes países levando alegria e diversão para pessoas de todas as idades.
Na disciplina de Radio II, produzimos um documentário sobre a vida dessas pessoas. Além da entrevista com os artistas, temos a opinião de Mário Motta, apresentor do Jornal do Almoço da RBS TV, que é filho de artistas de circo e viveu nos picadeiros até seus 13 anos. Falamos também sobre as leis que existem e envolvem o circo, o preconceito e ouvimos a opinião do público que costuma frequentar circo. O programa foi produzido por: Ana Carolina Brambila, Bruna Noronha, Doraci Skadas, Fernanda Dutra, Filipe Cruz, Jaqueline Richter, Leila Martins, eu - Letícia Mathias e Maria Porto. Confira o áudio abaixo e divirta-se!!!
* Fotos de Maria Porto Caso não consiga visualizar ou ouvir o programa clique aqui.
Uma futura e aspirante a jornalista contando fatos, reportagens e discutindo a informação durante a vida acadêmica.
Nascida em Florianópolis, estudante de Jornalismo.